O presidente do Sindeac, Paulo Roberto da Silva, reuniu-se ontem, 07/08, com o porteiro Maurício Gonçalves Sobrinho, vítima de violência inaceitável no último domingo, 06/08, no condomínio Estilo Viver Bem, no bairro Salgado Filho, região Oeste de Belo Horizonte.

O porteiro foi agredido fisicamente com tapa no rosto, empurrões e também com insultos, palavras de baixo calão e até ameaças de demissão. As cenas deploráveis aconteceram durante uma festa de confraternização, quando Maurício flagrou um dos convidados urinando na entrada de um dos blocos do condomínio.

Cumprindo o seu papel de garantir o bem-estar e a segurança dos demais condôminos, o porteiro, acertadamente, advertiu o morador responsável pela festa, que não gostou e partiu para a agressão e violência desnecessárias.

“O agressor tentou negar depois, mas, para minha sorte, há câmeras de segurança que registraram tudo”, disse Maurício, que acionou a polícia após o episódio e fez o boletim de ocorrência.

Segundo Maurício, são cenas que não saem da cabeça e ele jamais pensou que um dia passaria por uma situação como

“O que me deixa mais tranquilo é o fato de ter tido apoio dos outros moradores e do síndico, que saíram em minha defesa. E agora, o apoio do Sindeac, que será de grande ajuda e que agradeço”, relatou o porteiro.

Jurídico do Sindeac já em ação

Para o presidente do Sindeac, Paulo Roberto da Silva, não há justificativa para o que ocorreu e o sindicato, por meio de seu Departamento Jurídico, vai adotar todas as medidas necessárias, nas esferas criminal e cível, para punir e responsabilizar os agressores.

“Agimos imediatamente assim que soubemos do ocorrido. É nossa obrigação defender os trabalhadores representados, sejam eles associados ou não. Esse é um direito constitucional da categoria. Pode ter certeza que você estará muito bem amparado”, disse o presidente do Sindeac ao porteiro.

A assessoria jurídica do sindicato já está estudando as medidas a serem adotadas e, amanha, 08/08, as 10h, se reunirá novamente com Maurício para dar prosseguimento à montagem do processo e as ações jurídicas visando a reparar os lamentáveis atos praticados contra o trabalhador.

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