Os sindicatos foram construídos na luta de classes para acabar com a exploração dos trabalhadores. Antes da existência destas entidades, os profissionais eram submetidos a jornadas extenuantes; condições indignas e não possuíam nenhum direito, ou seja, foram criadas em situações muito mais difíceis e cresceram  no enfrentamento a pautas restritivas e conservadoras.

O direito de greve; as oito horas de trabalho;  o seguro-desemprego; o décimo-terceiro; o reconhecimento de condições insalubres ou perigosas;  vale-transporte  entre outros benefícios foram conquistados na luta; arrancados na mobilização e conscientização dos trabalhadores.

Ao ataque sistemático que vem sendo efetuado contra o sindicalismo é preciso contrapor políticas e práticas que sejam mais efetivas e atraentes ao trabalhador e que tenham desempenho mais eficiente no embate entre as classes. Conscientiza-lo do seu papel social como trabalhador e cidadão talvez seja uma das ações mais importantes a serem implementadas.

Não é hora de chorar o leite derramado. Os sindicatos  precisam, mais do que nunca, ser criativos e formular novos e originais meios de mobilização;  buscar a solidariedade e unidade  de ações entre categorias  que, mesmo, diferenciadas, possuem interesses semelhantes.

Não existem soluções mágicas nem salvadores da pátria. Esta é uma tarefa que cabe unicamente aos homens e mulheres que, através do trabalho, são os verdadeiros produtores e construtores das riquezas deste país.

Não vamos desanimar nem desistir, aluta é sempre e a hora é agora e o SINDEAC, consciente de seu papel político e social nunca abandonará a luta pelos direitos dos trabalhadores e por Justiça Social. Vamos à luta, vamos fazer acontecer, é por isto que o SINDEAC é nacionalmente conhecido como  “O SINDICATO QUE É A CARA DO TRABALHADOR”

UM 2019 DE MUITA LUTA E EMPENHO É O QUE DESEJAMOS A TODOS.

OS RESULTADOS VIRÃO!

 

Paulo Roberto da Silva

presidente